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Brincar,

se movimentar,

fazer de conta,

esconder-achar.

 

Criar.

 

Pegar um galho e imaginar que ele seja um agulha de condão,

uma nave espacial,

um bicho,

um cipó,

a tromba de um elefante

o barulho do vento do tufão

 

Usar esse galho para alcançar algo no lugar mais alto,

para cutucar o amigo,

para ver se consigo

transformar as palavras em um jogo de improviso.

 

Poesia não é meu forte,

como deu para perceber,

mas é a brincadeira que o adulto

se permite fazer.

 

Porque brincar todo mundo pode.

Todo mundo deve.

É um jeito da gente falar o que sente

E deixar a alma mais leve.

 

Malka B. Toledano

Fonoaudiologa e Psicanalista

malka@projetonish.com.br

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